quarta-feira, 11 de maio de 2011

Entre o Céu & o Mar

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Dizem os teóricos, e é bem verdade, que nunca escrevemos, senão para alguém. Há sempre uma inegável transitividade em nossos sentimentos, palavras e gestos. Materializados ou sucumbidos, às vezes não transparecem nem sequer em um olhar, mas estão sempre condicionando cada passo que damos, cada flor que ofertamos, cada pedra que atiramos, nos fazendo eternos aprendizes da vida que escolhemos ter.

Hoje eu senti vontade de me comunicar pela música, quase sempre o faço! Mas faço com melhor efeito, quando faço pelos motivos de agora. A canção de hoje é ofertada à uma única pessoa, que sei, saberá.

Um comentário:

  1. É isso rapaz. Espera que cheguemos para casares. Falta pouco.

    Álvaro

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