quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Do meu olhar para fora

Do meu olhar para fora, no bojo das polissemias contemporâneas, da elasticidade conceitual e partidária que define o que é Lei e o que é Arte, reitero/ reafirmando meu ponto de vista sobre a polêmica exposição no museu de São Paulo: não considero arte.

Não sou nenhum crítico de Arte. Sou, como a maioria das pessoas que andam violando as opiniões alheias, um reles apreciador e como tal, como pai, como apartidário, não consigo me render aos efeitos de sentido desta exposta complexidade. Acho indecoroso e desnecessário a presença da criança na exposição, ou pior, a participação da criança.

Posso até estar me tornando careta, cafona, anormal, involuído para tanta modernidade que insiste em me rodear, mas enquanto houver nessa cachola a lucidez que me permite não prostituir minhas ideias e convicções para parecer cosmopolita, assim resistirei.

Por ocasião, gostaria de lembrar-vos, senhores, já que os argumentos apelativos da última hora foram de encontro a exemplos esdrúxulos de comportamento artísticos na década passada, alguns exemplos daquilo que EU considero arte na ótica do nudismo:

O polêmico show de Gal Costa em 1994, dirigido por Gerald Thomas "O sorriso do gato de Alice", onde a cantora abre a blusa e mostra o seio na interpretação da polêmica e protestante "Brasil":



Mais dois exemplos:



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